Ep. 972 — Ep.14 - Corre no Ibira, Taxa para Assessorias no Ibirapuera + giro de notícias | Radar Stemma
tudo que você precisa saber pra ficar bem informado do universo running em 1 episódio semanal! @correnoibira é apresentada como a assessoria de corrida do Parque do Ibirapuera enquanto @urbiaparques cobram das outras assessorias: entenda! Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) #stemma #radarstemma #parquedoibirapuera
Resumo
O episódio do Radar Stemma gira em torno da polêmica do “Corre no Ibira”, uma assessoria de corrida criada pela concessionária do Parque Ibirapuera (Urbia) e instalada na região da Arena Centauro. Fábio Bra e Cado destrincham o que está sendo oferecido (vestiário, lockers, área de recovery, descontos e mensalidades mais baixas) e por que isso dividiu opiniões entre corredores e, principalmente, entre as assessorias tradicionais que já atuam no parque. A conversa rapidamente sai do “produto” e entra na discussão de modelo de negócio, concorrência e do papel de uma concessionária dentro de um espaço público. Ao longo do debate, eles convidam a audiência a opinar e ressaltam como o tema impacta diretamente o ecossistema de corrida de São Paulo. O ponto central é o histórico de atrito entre a
Destaques
- A criação do “Corre no Ibira” pela concessionária (Urbia) adiciona uma assessoria com oferta de infraestrutura e preço agressivo, o que mexe diretamente com a concorrência das assessorias tradicionais do parque.
- A tentativa de cobrança de taxas/contratos para assessorias usarem o parque é apresentada como um conflito entre monetização de concessão e a função pública do parque de incentivar atividade física.
- Pela visão relatada da ATC, cláusulas contratuais poderiam ser difíceis de cumprir (ex.: responsabilidade por atendimento médico, restrições de uso do nome do parque), abrindo margem para retirada gradual das assessorias do Ibirapuera.
- Os hosts levantam a tese de que o preço de R$ 180–230 com tantos serviços “não fecha” financeiramente sem fôlego de subsídio, sugerindo estratégia de longo prazo para dominar o espaço/mercado.
- Mudanças no Ironman a partir de 2026 tornam a classificação mais meritocrática por performance comparada (coeficientes), reduzindo a vantagem de escolher provas com menos concorrência por faixa etária.
- A discussão sobre troca de número de peito e homens correndo com inscrição feminina destaca impacto em segurança, integridade das categorias e credibilidade dos resultados, especialmente em provas grandes como a Maratona do Rio.
- O giro de notícias mostra como marcas e atletas equilibram performance, narrativa e dinheiro: tentativas de recorde (Nike) e escolhas por majors (Berlim) refletem incentivos comerciais e esportivos.
Tópicos: Corre no Ibira e a estratégia da Urbia no Parque Ibirapuera, Cobrança de taxas, contratos e a atuação da ATC/Ministério Público, Mudanças de qualificação para o Mundial de Ironman (2026), Integridade em provas: troca de número de peito e segurança, Giro de notícias do mercado running (Nike, C&A, majors, eventos e ações solidárias)
Citações
- ““Se a assessoria esportiva ela tá ganhando dinheiro dentro do parque, ela tem que pagar ah pela utilização desse espaço.”” — Cado
- ““R$ 180. oferecendo tudo isso. Não fecha. Na minha opinião, essa conta não fecha, tá?”” — Cado
- ““Não é, é quando.”” — Cado
- ““três das quatro primeiras colocadas na categoria dela não estava devidamente inscritas.”” — Fábio Bra