Ep. 960 — EP.12 - O poder de se reinventar, com Gabi Moretti | Girls Who Run by Stemma
A vida muda. A gente muda. E tudo bem mudar - várias vezes, se for preciso. Porque se tem uma coisa que a corrida e a vida ensinam é que se adaptar faz parte do caminho. No ep de hoje a gente fala sobre o poder de se reinventar, de abraçar todas as suas versões. Para enriquecer esse papo, recebemso a Gabriella Moretti,criadora de conteúdo, empreendedora, dona de bordões icônicos, fundadora do Sis Running, e a prova viva de que se reinventar é uma arte Inscreva-se no canal @stemmasports no youtube, e siga o Girls Who Run no Spotify e no Instagram! Hosts: Mari Real @ma.rianareal e Marcella Fanti @chefanti Patrocinio: @luposportoficial - GIRLSWHORUN10 para adquirir a meia do corredor e outros produtos com desconto (link: https://www.lsport.com.br/espaco-corredor?utm_source=pod-girls-who-run ) Apoio: bom bowls - cupom girlswhorun Estúdio: @estudioh.br Produção: @stemmasports #girlswhorun #podcastdecorrida #stemmatv #corridafeminina #runningera #luporun #corredoras #maratona Edição:Gabriel Barbosa
Resumo
Mariana Real e Marcela Fant recebem Gabi Moretti no Girls Who Run para um papo sobre reinvenção, coragem e autoconhecimento através da corrida — com a energia característica do bordão que viralizou (“bota teu blazer…”). Gabi se apresenta como alguém insegura, porém muito corajosa, e conta como começou na internet aos 12 anos fazendo tutoriais de maquiagem, atravessando fases intensas de identidade, aceitação e mudanças. Ao longo do episódio, a conversa costura vida pessoal, saúde mental, carreira digital e esporte, mostrando como a corrida virou um eixo de organização interna e de construção de amizade consigo mesma. Na parte de corrida, Gabi narra como saiu do “odeio esporte” para acordar 4h30/5h30 para treinar, e como o surf já havia ensinado a confiar e olhar para o horizonte em vez de
Destaques
- Reinvenção pessoal ganha tração quando vira prática: Gabi mostra como esporte, terapia e trabalho se alimentam e mudam a forma de tomar decisões.
- Na corrida, autoconhecimento é tão importante quanto performance: respeitar limites, entender sinais do corpo e distinguir medo real de autossabotagem evitam lesões e frustrações.
- A qualidade do ambiente e das lideranças (treinadora/assessoria) pode impulsionar ou destruir a experiência esportiva; acolhimento e realidade andando juntos sustentam consistência.
- Autenticidade em criação de conteúdo é diferencial competitivo: o que viralizou não foi “a roupa”, mas o jeito de comunicar e assumir uma faceta antes reprimida por medo de julgamento.
- Crescimento rápido exige organização: após o boom, a estabilização veio com mais estrutura (equipe, finanças) e com a escolha de priorizar projetos com propósito.
- Comunidades femininas de corrida resolvem dores reais (insegurança, medo de correr sozinha, comparação) ao criar pertencimento, segurança e incentivo entre níveis diferentes.
- Produtividade para ansiosas pode ser reduzida a método: trocar ‘um dia de cada vez’ por ‘um compromisso de cada vez’ e tirar tarefas da cabeça para o papel diminui overthinking.
Tópicos: Reinvenção pessoal e autenticidade, Corrida como terapia, disciplina e autoconhecimento, Lesões, limites e comparação na corrida, Criação de conteúdo e crescimento nas redes (viralização), Empreendedorismo: marca de roupas (Mundet) e operação solo, Comunidades femininas e segurança para correr (Sis Running Club)
Citações
- “A corrida ela ensina duas coisas que são muito importantes pra gente. Um, a gente acreditar em nós mesmos, mas ao mesmo tempo a gente ter humildade.” — Mariana Real
- “Eu quero ser a pessoa que vai te falar, cara, você consegue e eu tô segurando a tua mão.” — Gabi Moretti
- “Eu não tô mais tão eh que eu não penso em desistir porque eu já entendi que eu vou continuar criando conteúdo e tá na internet se for para mostrar quem eu sou.” — Gabi Moretti
- “Uma coisa que eu aprendi muito rapidinho assim é que nunca vai ser suficiente pro outro.” — Gabi Moretti