Ep. 710 — #37 | Enfrentando desafios, com Esmeralda, Girls Who Run
O episódio de hoje é sobre encarar desafios — aqueles que aparecem no esporte, na vida e também no trabalho. A gente vai falar sobre como a corrida pode ser um apoio em momentos difíceis e, ao mesmo tempo, um espaço de conquista, força e superação. Pra falar sobre o tema, recebemos a Esmeralda @esmeangelicas Jornalista, corredora, criadora de conteúdo, meia maratonista e embaixadora da ON! Ela já esteve aqui no episódio de número 13, da primeira temporada e vai compartilhar um pouco da sua história e como o esporte foi essencial para que ela conseguisse passar pelos desafios que encontrou. Hosts: Mari Real @ma.rianareal e Marcella Fanti @chefanti Patrocinio: All Out Run - cupom GIRLSWHORUN - Confira a nova coleção e a sale de verão Apoio: bom bowls - cupom girlswhorun Estúdio: @estudioh.br Produção: @stemmasports Edição:Gabriel Barbosa #girlswhorun #podcastdecorrida #stemmatv #corridafeminina #runningera #luporun #corredoras #maratona
Resumo
O episódio gira em torno de “encarar desafios” no esporte, na vida e no trabalho, usando a corrida como fio condutor para falar de luto, autocobrança e reconstrução. Mariana Real e Marcela Fant recebem Esmeralda (jornalista, criadora de conteúdo, meia maratonista e embaixadora da ON) para um papo íntimo sobre como o movimento pode funcionar como âncora em fases duras, sem romantizar o processo. Ao longo da conversa, elas lembram que cada linha de chegada carrega uma história e que assistir uma prova também pode reconectar qualquer pessoa à essência do esporte. A mensagem central é que a corrida é menos sobre performance e mais sobre constância, significado e sobrevivência emocional. Esmeralda retoma sua origem na corrida: primeiro se apaixonou pela energia das chegadas sem sequer correr,
Destaques
- A corrida pode funcionar como estratégia prática de saúde mental em períodos de luto, ajudando a manter rotina, alimentação e autocuidado quando o impulso é paralisar.
- Romantizar a corrida atrapalha: amar o esporte não significa gostar de todo treino; consistência nasce de aceitar dias ruins, adaptar e ainda assim aparecer.
- Cada linha de chegada carrega uma história e assistir a chegada (sem correr) pode reconectar corredores à diversidade, ao propósito e à emoção do esporte.
- Longas distâncias exigem respeito e progressão; tratar “3 km” como uma conquista legítima ajuda a manter a magia do processo e evita pular etapas.
- A comparação é inevitável nas redes, mas pode ser reorientada para o próprio progresso: celebrar conquistas impede que o extraordinário vire ordinário.
- A dinâmica social das provas (pacer, correr com amigas, trocas silenciosas) vira suporte psicológico e pode destravar performance e resiliência.
- Mudanças profissionais podem ser encaradas como novos ciclos de treino: postura de aprendiz (dúvida, repetição, ajustes) é transferível do esporte para a carreira.
Tópicos: Corrida como ferramenta de saúde mental e enfrentamento do luto, Constância vs. romantização do esporte e gestão de expectativas, Comparação nas redes sociais, autocobrança e celebração de conquistas, Transição de carreira e aprendizado contínuo, Cultura de provas: pacer, comunidade e apoio social na corrida
Citações
- “Eu não tenho essa relação romantizada com a corrida, embora eu entenda que ela me salvou em muitos momentos, sabe?” — Esmeralda
- “Eu usei como uma estratégia para que eu não ficasse doente de novo.” — Esmeralda
- “Eu não falo que me manteve viva, sabe?” — Esmeralda
- “a corrida ela é o meu momento de subir na superfície respirar, sabe?” — Esmeralda
- “Se parar é pior.” — Esmeralda