Ep. 549 — #56 – Além do Recorde em Londres + giro de notícias | radar stemma
Tudo o que você precisa saber pra ficar bem informado sobre o universo running em 1 episódio IRONMAN 70.3 Brasília; parceria TS e Stemma; recorde em Londres e como ele foi possível; o que a Adidas lucrou com o recorde; fantasias, histórias e público em Londres; pesquisa coloca corrida como lugar de refúgio; GIRO Puma dá prêmios; Anta cresce; plano da CBAt; lançamento NB; inscrições Comrades; inscrições para Xangai e Atenas; pesquisa dos pipocas; medalha After Dark Hosts: @kdo.santos @fabiobessaaa @thikawamura @cjgueiros IA + roteiro: @yaraachoa Gravação: @studiostemma Produção e Edição: @bieell_barbosa & @gui_favotto123 Capa: @pedroc.jr Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) #stemma #radarstemma
Resumo
O episódio #56 do Radar STEMA mistura cobertura esportiva e leitura de mercado para explicar por que a semana foi histórica para endurance e running. Fábio Bessa retorna após duas semanas afastado e reencontra uma mesa caótica, com música, objetos e piadas internas, mas rapidamente puxa o fio do que importa: performance de elite, experiência de prova e o lado “negócio” por trás dos eventos. O time comenta o Ironman 70.3 Brasília, com destaque para a transmissão, a prova sólida e o bicampeonato de Jennifer Arnold, além da vitória de Luciano Taccone. Entre brincadeiras e alfinetadas, entra uma discussão séria sobre regras de vácuo/drafting e por que comparar dinâmica de amadores com profissionais distorce totalmente a análise. O grande bloco do episódio é a maratona de Londres, tratada como
Destaques
- Performance extrema em endurance é cada vez mais um sistema (treino + nutrição + tecnologia + execução em prova), e o episódio aponta a nutrição (treinar o intestino para altíssima ingestão de carboidrato) como diferencial potencialmente mais determinante do que o tênis sozinho.
- O sub-2h em prova oficial em Londres foi tratado como evento esportivo e também como evento de mercado: recorde, produto e narrativa funcionando juntos geram demanda imediata, valorização de marca e reposicionamento simbólico.
- “Halo products” (como supertênis caríssimos e limitados) criam desejo e autoridade, mas só convertem em crescimento sustentado se as linhas massificadas também forem boas; caso contrário, o hype vira curto prazo.
- Comparar triatlo profissional com prova de amadores (especialmente no tema vácuo/drafting) é tecnicamente equivocado: regras, fiscalização, distância e dinâmica de prova mudam o impacto do vácuo e a leitura de performance.
- Patrocínio de atletas e de influenciadores não é uma escolha binária: apoiar atletas pode gerar simpatia e amplificação orgânica por criadores e comunidade, mas exige orçamento alto e gestão de risco reputacional.
- A experiência do evento está virando vantagem competitiva: Londres mostra como público, fantasias, causas e recordes paralelos (Guinness) ampliam a narrativa além da elite, aumentando engajamento e memória.
- Governança e segurança tendem a subir de patamar com a CBAt: plano médico, diretor médico, protocolos climáticos e integração com hospitais sinalizam profissionalização e possível elevação do padrão mínimo para organizadores.
Tópicos: Ironman 70.3 Brasília: resultados, transmissão e polêmicas de vácuo/drafting, Maratona de Londres: sub-2h, fatores técnicos (nutrição, tênis, pacers) e recordes, Marketing esportivo e estratégia de produto: Adidas, Nike e o papel do supertênis como halo product, Parcerias e plataforma: Ticket Sports + STEMA e ativação com vouchers/sorteios, Giro de notícias: Puma Project 3, Anta, CBAt segurança, New Balance, Comrades/Shanghai/Atenas, Experiência e cultura de corrida: fantasias/Guinness, pesquisa sobre pipocas, medalha-joia e arte no Strava
Citações
- “O Impossível cansou de esperar.” — Fábio Bessa
- “Eu acho que o que mudou aqui foi o treinamento relacionado à alimentação.” — Fábio Bessa
- “Se você não tem qualidade nos outros produtos, esquece, esquece, né?” — Cado dos Santos
- “Você patrocinar atleta é muito importante e você patrocinar influenciador também é muito muito importante.” — Cado dos Santos