Ep. 521 — AO VIVO - T100 Triathlon Espanha 2026 (com comentários em português)
Narração: https://www.instagram.com/analidiaborba Comentários: https://www.instagram.com/diegoferrazpro https://www.instagram.com/luisabaptistad Nossas Redes: https://www.instagram.com/stemmasport/ INSCREVA-SE NO CANAL !
Resumo
O episódio é uma transmissão ao vivo em formato de resenha técnica do T100 Pamplona (Espanha) feminino, com Ana Lídia Borba na condução, Diego (Canal O Amador) e a triatleta brasileira Luísa Baptista nos comentários. Eles narram a dinâmica completa da prova (2 km natação, 80 km bike, 18 km corrida), contextualizam o percurso duro e técnico, e explicam regras que definem a estratégia do circuito, como o Race Ranger com 20 m de distância e o tempo limite para concluir ultrapassagens. Além do play-by-play, o trio traduz para o público amador o que está acontecendo em ritmo, tática, nutrição e escolhas de equipamento, conectando a experiência profissional com decisões práticas de treino. Como pano de fundo, o episódio traz a “história do fundador” no sentido do nascimento do próprio circuito
Destaques
- O Race Ranger e a regra de 20 m tornam o ciclismo mais “puro” e caro taticamente: sem vácuo, posicionamento e ultrapassagens precisam ser planejados, e a atleta ultrapassada é obrigada a recuar antes de reagir.
- Nutrição de elite migrou para patamares muito altos (100–120+ g de carbo/h), com estratégia de concentrar mais ingestão na bike e reduzir um pouco na corrida por causa do impacto e da absorção.
- Calor muda o resultado: hidratação e resfriamento (água/gelo, patches na testa, tecidos) viram determinantes; no fim, posições do top 4–8 podem inverter nos últimos quilômetros.
- Penalidade curta pode destruir prova: ficar 30 s parado na T1 não é só tempo; é perda de ritmo, referência visual e “fluxo”, gerando um efeito cascata na bike e na corrida.
- Tecnologia e aerodinâmica são detalhes que somam: mangas, ranhuras, meias/pernitos, rodas (perfil vs estabilidade), pneus mais largos e menor pressão melhoram conforto e performance; conforto também é desempenho na corrida.
- Maternidade no alto nível é viável e está mais suportada: atletas relatam menos sono e recuperação, compensando com treinos mais específicos e otimização do pouco tempo disponível.
- Para o amador, segurança e consistência ganham do ‘ganho marginal’: natação precisa ser treinada também por segurança em águas abertas, e decisões de treino pré-prova (taper, sono, ansiedade e alimentação) são os erros mais comuns.
Tópicos: Circuito T100/PTO: formato de temporada, pontuação e premiação, Regras e fiscalização de vácuo: Race Ranger, 20 m e dinâmica de ultrapassagem, Nutrição e hidratação no endurance (100+ g carbo/h) e gestão de calor, Equipamentos e aerodinâmica: rodas, pneus, roupas, posição e dirigibilidade, Treino, recuperação e sono (otimização para amadores vs profissionais), Maternidade e retorno ao alto rendimento no triathlon
Citações
- “Eu sempre digo que o pé da pessoa que tá na sua frente é o caminho mais curto até a boia.” — Luía Batista
- “A cabeça do profissional é vai, vai, vai, acompanha até onde você aguentar, vai e permanece.” — Luía Batista
- “Escutem seus treinadores, pessoas. Vocês estão pagando alguém para isso, tá? Fica a dica.” — Luía Batista
- “A conta chega. Não tem como — a conta chega.” — Ana Lídia Borba
- “O meu coach told me that he wanted me to go until I blow and I think I blew up about 10 times in the run and in the whole race.” — Julie Derron