Ep. 510 — 🎙️ Pietra Meneghini | ENTREVISTA EXCLUSIVA direto do Nubank Ultravioleta IRONMAN Brasil 2026
⚡Cupom STEMMAZ2 em todo site: https://www.z2foods.com/shop 🛒 Setup completo com parceiros oficiais: Terabyte Shop 👉 https://www.terabyteshop.com.br @terabyteshop 💾 Armazenamento e memória: @kingstonbrasil Redes: https://www.instagram.com/stemmasports/ Hosts: Fabio Bessa https://www.instagram.com/fabiobessaaa/ Thiago Kawamura https://www.instagram.com/thikawamura/ Edição: Gabriel Barbosa https://www.instagram.com/raw_distance/ INSCREVA-SE NO CANAL! [Cupons e promoções em funcionamento até a publicação do video]
Resumo
Direto da cobertura do Nubank Ultravioleta IRONMAN Brasil 2026, o episódio traz uma conversa descontraída com a triatleta profissional Pietra Meneghini, que está estreando na distância full. Os hosts (Diego e Brun) exploram como foi o ciclo de treino e o que muda do 70.3 para o Ironman, principalmente em volume, repetição e controle de intensidade. Pietra descreve o choque inicial com a distância e como, ao longo das semanas, foi “achando os números” e ganhando confiança para sustentar longas horas em uma zona intermediária. O resultado é um retrato honesto do alto rendimento: menos glamour e mais processo. Um dos fios condutores é a dureza mental exigida pela repetição: treinos longos, muitas vezes iguais, que evoluem em pequenos degraus. Pietra comenta que precisou fazer longões de cinc
Destaques
- A transição do 70.3 para o Ironman exige adaptação a longos períodos em intensidade intermediária (Z3), além de aprender “números” de potência/ritmo e sustentar volume sem perder qualidade.
- Repetição é um pilar do treinamento de alto rendimento: treinos semelhantes se repetem para permitir evolução incremental, e o desafio central vira suportar o processo mentalmente.
- Condições externas (chuva, estrada em obras) podem forçar mudanças para indoor; a prioridade deve ser manter a qualidade e a consistência, mesmo que o treino fique mais “chato”.
- Nutrição no Ironman é um problema de logística: simplificar o transporte (carbo concentrado em garrafa) e vencer a resistência a carregar itens pode ser decisivo para não “quebrar”.
- Equipamento e biomecânica importam: em bikes pequenas, espaço para garrafas e acessibilidade (alcance do braço) podem limitar a estratégia de hidratação, exigindo ajustes e prática.
- Em provas com start list cheia, a atleta tende a competir melhor por referência e estímulo constante, ao invés de passar longos trechos sozinha fora do próprio “patamar” atual.
- Para iniciantes no triathlon, controlar a ansiedade na natação e largar com calma reduz risco de colapso e aumenta a chance de uma experiência positiva que gere continuidade no esporte.
Tópicos: Preparação para estreia no IRONMAN (volume, Z3 e longões), Treino indoor vs outdoor e qualidade sob condições adversas, Repetição, disciplina e força mental no alto rendimento, Nutrição e estratégia de carboidrato (g/h) em provas longas, Logística de hidratação e adaptações de equipamento na bike, Start list cheia, competição e objetivos de longo prazo
Citações
- “É, não tem glamor no alto rendimento, né?” — Diego
- “Não tem glamor.” — Pietra Meneghini
- “É fácil, só que tem que suportar o processo.” — Pietra Meneghini
- “Cristiano, eu não vou fazer esse treino de novo, não vou?” — Pietra Meneghini
- “fazer com calma e curtir a prova, senão você traumatiza e não volta, não volta mais.” — Pietra Meneghini