Ep. 450 — #62 - Tio Mayco no Radar, Maratona do Rio, Cape Town Major, Comrades | radar stemma
Tudo o que você precisa saber pra ficar bem informado sobre o universo running em 1 episódio Aconteceu: Maratona do Rio – tudo o que rolou na Cidade Maravilhosa; Cape Town Major; Comrades; Giro (novo Mizuno Wave Rider; quanto corre um jogador de futebol; Kejelcha na Meia de Buenos Aires; Asics anuncia separação; Maratona de SP baratinha; como ganhar pontos com um namorado corredor) Hosts: @kdo.santos @fabiobessaaa @thikawamura @cjgueiros IA + roteiro: @yaraachoa Gravação: @studiostemma Produção e Edição: @bieell_barbosa & @gui_favotto123 Capa: @pedroc.jr Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) #stemma #radarstemma
Resumo
O episódio #62 do Fintech Makers (quadro “Radarema / radar stemma”) foge do tema clássico de fintech e entra no universo de corrida de rua, tratando o evento como uma operação, produto e experiência de cliente em escala. Fábio Bess conduz a conversa com Thiago Cauamura e Carlos Gueiros, e recebe “tio Michael” (Mayco, do Canal Corredores) como convidado especial, enquanto Cado Santos aparece à distância direto de Durban, onde vai correr a Comrades. O clima é de bastidores e comunidade: chat ao vivo, recados para ouvintes e uma leitura de pauta “feita pela IA Iara”, misturando notícia, análise e resenha. O grande pano de fundo é como eventos esportivos viram plataformas de marca, mídia e receita — e o quanto a execução (logística, segurança, regras) impacta reputação. A primeira parte destr
Destaques
- A Maratona do Rio evoluiu operacionalmente de um ano para o outro (kit rápido, ondas, controle de acesso), mostrando que execução logística é o que sustenta crescimento e reputação em eventos massivos.
- Na elite, detalhes como tangência, funis de torcida e microdecisões de hidratação podem definir recordes por segundos; pós-análise é fácil, mas a realidade é performance no limite.
- O caso de correr com número de outra pessoa evidencia um risco pouco lembrado: seguro e identificação em emergência; integridade esportiva não é só chip/resultado, é responsabilidade civil.
- A ambição de virar Major depende de critérios que vão além da arena (segurança, transporte, capacidade, percurso), e provavelmente exigirá mudanças estruturais e aumento do volume na maratona (não só no festival).
- Patrocínios longos (ex.: Adidas até 2031) indicam estratégia de categoria: loja, ativações e presença de executivos transformam a prova em plataforma de marca e aquisição de corredores-clientes.
- Cape Town como Major cria um novo eixo global e deve aumentar a disputa por vagas; reservar grande parte para africanos tende a tornar o acesso internacional mais concorrido e fortalecer o caráter regional do evento.
- A Comrades é um produto extremo com ‘regra e ritual’ (cortes, 12h, logística de alimento/lixo, transmissão longa), e ilustra como tradição + operação + narrativa criam uma experiência premium mesmo fora do modelo ‘major’.
Tópicos: Maratona do Rio: performance, operação e polêmicas (pipoca/seguro/controle de acesso), Candidatura do Rio às World Marathon Majors e requisitos técnicos, Patrocínio e estratégia de marca: Adidas no running e no evento até 2031, Cape Town Major: impacto no circuito e acesso às vagas, Comrades Marathon: logística, tradição, cortes e experiência de ultra
Citações
- “esse é o único ao vivo toda semana, então se você voltar lá tem assuntos, né, que a gente discute aqui.” — Fábio Bess
- “Cara, você não é essa pessoa, então se você cair duro, vão socorrer o Ademir, não o Michael” — Cado Santos
- “Cara, se me falassem que eu tô numa major, eu acreditava tudo, toda a experiência, desde a entrega de kits, o pós-prova” — tio Michael
- “É um muro de verdade.” — tio Michael
- “Jeans, jeans, jeans.” — tio Michael