Ep. 432 — 🎙️ #EP. 64 - Cado de volta da Comrades + giro de notícias | radar stemma
Cado na Comrades; Circuito Mizuno Athenas; Londres oficial; Maratona de Tóquio; projeto que beneficia as corridas; GIRO (Nike; Olympikus e Vanderlei; tattoo e relógio; tênis diferentão; Anta aposta em nova tecnologia; corrida de negócios; Harry Styles; segredo de campeã) Hosts: @kdo.santos @fabiobessaaa @thikawamura @cjgueiros IA + roteiro: @yaraachoa Gravação: @studiostemma Produção e Edição: @bieell_barbosa & @gui_favotto123 Capa: @pedroc.jr Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) #stemma #radarstemma
Resumo
O episódio #64 do Fintech Makers (formato Radaristema) vira um especial quase inteiro dedicado ao retorno do Cado após completar a ultramaratona Comrades, na África do Sul, em um relato cru de dor, estratégia e autoconhecimento. O trio abre com o clima de resenha e celebração (medalha na mesa, piadas internas e audiência ao vivo), mas rapidamente entra no que interessava: como é encarar 86 km numa das provas mais tradicionais do mundo. No meio do caminho, aparece um elemento de comunidade forte: o Cado sendo reconhecido por brasileiros em Durban, reforçando a sensação de “tribo” ao redor do projeto. O episódio se estrutura como uma longa narrativa de prova, intercalada com notícias rápidas do universo running. Na parte central, Cado descreve que a prova foi muito mais difícil do que qualq
Destaques
- Na Comrades, a estratégia de pelotão guiado (“bus”) e a alternância run/walk em subidas vira um sistema de sobrevivência: perder o bus pode significar entrar em modo “cut-off” e correr sob pressão de tempo.
- Cãibras e dor prolongadas podem ser gerenciadas com intervenções pontuais (ex.: sachês tipo vinagre) e, principalmente, com táticas mentais de foco e negociação interna para manter mecânica e ritmo minimamente funcionais.
- O entorno da prova (cultura, rituais como músicas na largada, apoio popular e projetos sociais) é um diferencial competitivo de experiência e engajamento que transforma um evento esportivo em “marca” e comunidade.
- Londres em dois dias (2027) e Tóquio ampliando premiação e vagas mostram um movimento das majors para escalar participação e mídia, testando novos formatos sem, oficialmente, assumir recorrência.
- No Brasil, o debate sobre taxas públicas em corridas (PL 190/2026) evidencia a tensão entre custo real de serviços (segurança, bloqueio de vias) e cobranças com viés arrecadatório que encarecem eventos e inscrição.
- A dinâmica de produto no running continua acelerando: Nike tentando retomar tração, enquanto marcas chinesas avançam com estratégia de performance/atletas e inovação estrutural (ex.: entressola em “origami”).
- Tecnologia de treino tem limitações práticas: tatuagens, suor, frio e movimento podem degradar sensores ópticos de frequência cardíaca, exigindo alternativas (cinta peitoral ou ajustes de uso).
Tópicos: Relato completo da ultramaratona Comrades (86 km): estratégia, dor, cãibras e cut-offs, Cultura e experiência do evento na África do Sul (largada, músicas, projetos sociais e comunidade), Tendências e mudanças nas majors (Londres em dois dias em 2027 e novidades da Maratona de Tóquio), Mercado e inovação em running: Nike, marcas chinesas (Xtep/Anta) e tênis com novas arquiteturas, Brasil: crescimento de distâncias longas no circuito Mizuno Atenas e debate sobre taxas públicas em corridas (PL 190/2026)
Citações
- “Então vamos lá. Primeiro assunto, claro que é a Coned, né? Vamos já começar com a energia lá em cima. Aqui, ó, 86 km de histórias para contar.” — Fábio Bessa
- “Eh, ah, Fábio, eu eu definitivamente eh eu tinha que ter treinado muito mais, muito mais.” — Cado
- “Aí eu cruzei em 11:36.” — Cado
- “Eu nunca mais quero passar por esse inferno. Eu nunca sofri tanto na minha vida. Se eu falar que eu quero fazer esse negócio de novo, você não deixa. Não deixa.” — Cado
- “Antes de Durban eu sabia 10% da Conrad e eu achava que eu sabia muito.” — Cado