Ep. 550 — #27 | Nunca é Tarde: A Virada de Giovanna Sanches na Natação | Natação Stemma
Nem todo mundo começa cedo. E tudo bem. A história da Giovanna Sanches é um tapa de realidade em quem acha que “já passou da idade” pra aprender a nadar. Medo. Insegurança. Dificuldade técnica. Ela enfrentou tudo aquilo que a maioria dos adultos sente… mas poucos têm coragem de encarar. Com paciência, consistência e o acompanhamento certo, ela não só aprendeu como se apaixonou pelo esporte. Hoje, os desafios são outros: as águas abertas, as provas, a evolução constante. E tem mais… Além da jornada pessoal, Giovanna é fundadora da Mania de Castanha e levanta um ponto que precisa ser discutido: 👉 Qual é o papel das empresas no incentivo ao esporte? Porque quando uma empresa apoia o esporte, ela não está só incentivando performance. Ela está investindo em saúde, disciplina, bem-estar e qualidade de vida. Esse episódio é sobre recomeços, coragem e responsabilidade — individual e corporativa. Se você é adulto e acha que não dá mais tempo… ou se você lidera uma empresa e ainda não olha pro esporte como investimento. 🎧 Já disponível — dá o play e vem com a gente. hosts: @samirbarel & @wanderleysantos produção: @stemmasports edição: @acqua_xtreme gravação: @studiostemma capa: @pedroc.jr apoio: @maniadecastanha #stemma #natacaostemma #natação #maniadecastanha
Resumo
O episódio reúne Samir Barel e Vanderlei Santos com Geovana, criadora da Mania de Castanha, em uma conversa que mistura empreendedorismo, apoio ao esporte e a jornada tardia na natação. Ela começa explicando o que é a Mania de Castanha: um e-commerce de alimentos saudáveis com mais de 1000 itens, entregando para todo o Brasil. A abertura já estabelece o tom prático do episódio, com dicas de produtos e uso no dia a dia de treino, e com o destaque de que a marca é o primeiro apoio/patrocínio do projeto Natação Stemma. A partir daí, a conversa migra rapidamente para a virada pessoal da convidada no esporte. Geovana conta que começou a praticar esporte de forma consistente por volta dos 29/30 anos, vinda do crossfit, e que a natação entrou inicialmente como estratégia para emagrecimento e con
Destaques
- Começar tarde não é impeditivo: com frequência (3x/semana) e consistência, a evolução pode acontecer em meses, não anos, mesmo partindo do zero e com medo.
- Aulas personalizadas no início aceleram o aprendizado do adulto iniciante porque criam base técnica, correção contínua e confiança no ambiente aquático.
- O principal salto de performance vem de sustentar desconforto: técnico (mudar padrão de braçada que “parece pior”) e cardiovascular (aceitar ficar ofegante na água sem pânico).
- Competição e prova marcada funcionam como alavanca de motivação, criando um objetivo acima da capacidade atual e evitando acomodação no treino confortável.
- Em águas abertas há contato físico; treinos que simulam isso (ombro com ombro, ultrapassagens) reduzem surpresa, medo e perda de performance em prova.
- Clareza sobre a própria falha técnica (ex.: finalização da braçada e entrada cruzada) é essencial para não ficar “rodando” no mesmo desempenho por anos.
- Apoio empresarial ao esporte pode ser visto como responsabilidade social e também como ciclo de retorno: intenção percebida, comunidade engajada e crescimento sustentável do negócio.
Tópicos: Iniciação tardia na natação e evolução acelerada, Treino técnico: braçada, respiração, coordenação e eficiência, Consistência, frequência e tolerância ao desconforto no esporte, Águas abertas: contato físico, estratégia e competição, Empreendedorismo e impacto social via patrocínio esportivo, Nutrição prática para endurance (nuts, frutas secas e alternativas ao gel)
Citações
- “Eu acho que não deveria ser uma opção, né, na minha visão pessoal.” — Geovana
- “Eu não trabalho na UTI, ninguém vai morrer aqui se a gente não entregar isso ou se não acontecer aquilo, ou se esse meio não sei quê. Tá tudo bem, calma que a gente vai resolver um de cada vez.” — Geovana
- “Natação em Águas Abertas é um esporte de contato.” — Samir Barel
- “Porque eu comecei a melhorar muito quando eu comecei a nadar três vezes por semana. Foi o meu grande salto de desenvolvimento na natação.” — Geovana