Ep. 526 — #55 | Mulheres no ciclismo: medo, comunidade e pertencimento, com Gisele Gasparotto

Pra muitas mulheres, começar no ciclismo não é só subir na bike. É enfrentar medo da rua, medo de cair, medo de não acompanhar o grupo — e a sensação de que talvez aquele espaço não tenha sido feito pra elas. Neste episódio do Girls Who Run, conversamos com Gisele Gasparotto, fundadora da Lulu Ciclismo e uma das principais vozes do ciclismo feminino no Brasil, sobre autonomia, comunidade e o que muda quando mais mulheres começam a ocupar a bike. Falamos sobre: Por que o ciclismo ainda intimida tantas mulheres Medo, pertencimento e barreiras de entrada no esporte Como a bicicleta pode transformar a relação com o corpo e com a cidade O impacto de começar em uma comunidade acolhedora Performance, comparação e pressão no esporte E o que ainda precisa mudar para mais mulheres pedalarem Um episódio sobre liberdade, coragem e sobre descobrir que a bike também pode ser um lugar de pertencimento. Instagram: @girlswhorun.pod | Nossas Hosts: Ma Fanti @chefanti e Mari Real @ma.rianareal 👟 Convidada: Gisele Gasparotto @giselegasparotto | Lulu Ciclismo Patrocinio: All Out Run - cupom GIRLSWHORUN e Ticket Sports - Escolha a sua próxima conquista na maior plataforma de eventos esportivos do Brasil Estúdio: @estudioh.br | Produção: @stemmasports | Edição:Gabriel Barbosa #GirlsWhoRun #CorridaFeminina #MulheresQueCorrem #GrupoDeCorrida #Comunidade #RunningPodcast #PodcastBrasileiro #CiclismoFeminino #Bike #MulheresNoEsporte #TicketSports

Resumo

O episódio sai do universo da corrida para mergulhar no ciclismo como ferramenta de autonomia, pertencimento e liberdade para mulheres. Mariana Real e Marcela Fant recebem Gisele Gasparotto, fundadora da Lulu Ciclismo, para discutir por que “começar a pedalar” quase nunca é só comprar uma bike e sair. A conversa percorre medos muito comuns (rua, queda, julgamento, não acompanhar grupo) e como comunidade e informação diminuem a fricção de entrada. Também aparece a camada social do esporte: ocupar um espaço historicamente masculino pode gerar tanto acolhimento quanto hostilidade. Gisele conta que não teve a bike como protagonista na infância e que a virada veio adulta, em 2005, quando decidiu ir trabalhar de bicicleta em São Paulo. A tentativa inicial foi marcada por falta de infraestrutura

Destaques

Tópicos: Ciclismo feminino: medo, autonomia e pertencimento, Iniciação e técnica no ciclismo (freio, curva, marcha, sapatilha), Comunidade, pelotões por nível e mentoria entre alunas (Bries), Assédio e segurança de mulheres no esporte e no espaço público, Infraestrutura e cultura de respeito ao ciclista no Brasil, Profissionalização do ciclismo brasileiro e falta de base/ídolos

Citações