Ep. 442 — #120 - Fisioterapeuta: o melhor amigo do Atleta: Adriane Vanin | Stemma Perfomance
Neste episódio conversamos com a @adrianevanin da @moveinsports sobre a importância de ter um acompanhamento próximo de um Fisioterapeuta não só para cuidar de eventuais queixas relacionadas a prática esportiva mas para prevenção e manutenção da sua saúde musculoesquelética. 🎧 Aperte o play e descubra como um bom polimento pode fazer toda a diferença no dia da prova! 🚴🏊🏃♂️🏃♀️💨 Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @terabyteshop @kingstonbrasil Host: @bruna_mahn Edição: @acqua_xtreme & @gui_favotto123 Arte: @pedroc.jr Gravação: @studiostemma #stemma #stemmapodcast #stemmasports #stemmaperfomance
Resumo
Bruna Mã recebe a fisioterapeuta Adriane Vanim para destrinchar por que o fisioterapeuta é um “melhor amigo do atleta” — especialmente em esportes de endurance como o triathlon. A conversa começa pelo contexto real de competição, onde Bruna conheceu Adriane trabalhando com a equipe da Confederação Brasileira de Triathlon, e evolui para o papel da fisioterapia dentro de uma equipe multidisciplinar. Ao longo do episódio, fica claro que a fisioterapia não é só “massagem”: ela é gestão de carga, prevenção, tomada de decisão e performance. A host também conecta o tema à realidade do atleta amador, que tem menos tempo e menos estrutura, mas precisa ainda mais de organização para não se lesionar. Adriane conta sua trajetória: gaúcha, veio para São Paulo após trabalhar com a seleção de basquete e
Destaques
- Em viagens e competições, a fisioterapia atua como “reset” do corpo: alívio de dor de cervical/trapézio, recuperação do estresse logístico e preparação para treinar no dia seguinte sem pausa.
- Mobilização miofascial deve ser suave (baixa pressão e tração); pressão excessiva pode aumentar tensão, causar dor desnecessária e até hematoma, lesionando tecido em vez de recuperar.
- Recuperação baseada em evidência começa por sono, alimentação, hidratação e controle de carga; compressão, massagem e outras ferramentas entram como complemento, não como substituto.
- Prevenção eficaz depende de integração com o treinador: inserir ativação, mobilidade e força no microciclo sem adicionar carga em dia errado e sem atrapalhar a periodização.
- Ativação pré-treino (10–15 minutos) pode ser diária para quem tem histórico de lesão e melhora a qualidade do movimento em corrida/bike; poucos exercícios bem escolhidos geram mais adesão do que listas longas.
- Dor ignorada altera padrão motor e cria compensações que levam a lesões secundárias; relatar cedo permite adaptar treino e tratar a causa, evitando tendinopatias e afastamentos longos.
- Canelite é tratada hoje com redução de impacto no início, fortalecimento e progressão gradual de carga; pode evoluir para fratura por estresse se negligenciada, e a causa pode estar além da tíbia (biomecânica/core).
Tópicos: Fisioterapia esportiva no triathlon e endurance, Recuperação, sono e controle de carga (evidência científica), Mobilização miofascial vs massagem desportiva e dor, Prevenção de lesões, ativação e fortalecimento para performance, Canelite (síndrome do estresse tibial) e retorno progressivo à corrida
Citações
- “a ferramenta principal do fisioterapeuta são as mãos, né?” — Adriane Vanim
- “se tiver causando isso, já tá errado.” — Adriane Vanim
- “na pirâmide da evidência tá o sono, né?” — Adriane Vanim
- “é mais barato prevenir do que tratar, [risadas]” — Bruna Mã
- “a maioria das lesões elas são tratadas com um movimento.” — Adriane Vanim