Ep. 355 — Análise do percurso | Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro 2026
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Resumo
Diego Ferraz conduz um episódio especial de análise de percurso do “Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro”, trazendo dois especialistas locais para traduzir o evento para quem vem de fora: Silvio Boia (produtor de conteúdo e comentarista da cena de corrida no RJ) e Guilherme Guida (triatleta e treinador). O papo começa pela logística prática, explicando as duas transições (natação em Copacabana e arena principal na Marina da Glória) e ajudando o atleta amador a decidir onde se hospedar. A recomendação “contraintuitiva” ganha força: ficar em Copacabana tende a simplificar a vida por oferta de serviços, turismo e acesso rápido à arena. Na natação, o episódio destaca riscos reais de orientação e segurança, especialmente por conta do sol de frente na primeira pernna e da possibilida
Destaques
- Hospedagem em Copacabana tende a ser mais eficiente para atletas e família por oferta de hotéis, farmácia, mercado, turismo e acesso fácil de metrô/Uber até a Marina da Glória.
- Na natação, o sol de frente na primeira boia é um fator crítico: é melhor reduzir o ritmo para acertar a direção do que nadar forte e aumentar a distância por erro de navegação.
- A T1 no Forte é tecnicamente curta, mas operacionalmente lenta e arriscada: escadas, rampa, paralelepípedo e piso pintado molhado aumentam a chance de tombo se o atleta estiver afobado.
- O ciclismo não é necessariamente travoso: as subidas do túnel exigem troca de marcha e força, mas o asfalto do Aterro é bom e as curvas são longas; atenção extra no trecho do porto com buracos e bueiros.
- Na segunda volta do pedal, pode haver embolo ao alcançar atletas ainda na primeira volta, reduzindo ritmo e exigindo pilotagem e paciência para manter segurança e evitar penalidades/contato.
- A corrida é simples e “controlável” em termos de altimetria, mas o calor é o principal inimigo: hidratar-se desde a véspera, não pular postos e usar estratégias de resfriamento são decisivos.
- A chegada tem uma pegadinha mental: após fechar as voltas, ainda existe um trecho maior contornando a área da Marina até a reta final; reconhecer o local antes ajuda a calibrar expectativa e pacing.
Tópicos: Logística do evento (duas transições, hospedagem e deslocamento), Natação em Copacabana (sol, boias, correnteza e temperatura), T1 no Forte de Copacabana (escadas, segurança e tombos), Ciclismo no Aterro e túnel Marcelo Alencar (subidas, asfalto, retornos e atenção), Corrida no Aterro do Flamengo (calor, hidratação e dinâmica de voltas)
Citações
- “Copacabana você tropeça em farmácia, padaria, mercado, sem contar que a galera quer também ter experiência de nadar no mar, quer pedalar um pouquinho na horla, quer sentir a brisa de Copacabana.” — Silvio Boia
- “O sol na frente, né? E esse formato de baia da da praia ali, quando você começa a fazer o primeiro contorno da boia, você vê a terceira boia com praia atrás ainda.” — Guilherme Guida
- “Então vai com calma. Inclusive na porta do forte tem uma tinta vermelha da ciclovia que molhada. É um sabão.” — Silvio Boia
- “Então infelizmente vai esquentar muito na prova.” — Silvio Boia