Ep. 255 — EP.255 - NB42k Porto Alegre & Kipchoge no Brasil: Cláudio Soirefmann | stemma podcast
Conversamos com o fundador e CEO da @run_sports, Cláudio Soirefmann, para saber dos bastidores e detalhes da vinda do @kipchogeeliud, maior maratonista da história, para a Maratona New Balance 42k Porto Alegre nesse próximo final de semana. Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) Hosts: @fabiobessaaa & @thikawamura Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @terabyteshop @kingstonbrasil @ticket.sports @oakleybr Gravação: @studiostemma Edição: @bieell_barbosa & @gui_favotto123 Arte: @pedroc.jr #stemma #stemmapodcast #stemmasports #kipchoge
Resumo
O episódio gira em torno da NB 42K Porto Alegre, organizada pela Run Sports, e da vinda de Eliud Kipchoge ao Brasil como grande catalisador de visibilidade, negócios e desejo do público. Fábio B e Thiago Calamor conduzem a conversa com Cláudio Soirefmann, que explica como a prova cresceu com controle técnico para preservar a experiência do atleta. O evento sai de limites de 7 mil e 10 mil inscritos até chegar a 21.500 pessoas, impulsionado pela abertura extra de vagas após o “projeto Kipchoge”. Além do volume, o destaque é a estratégia de transformar a prova em referência de performance, com percurso extremamente plano, clima frio e serviços gratuitos para amadores. Cláudio detalha decisões de produto que diferenciam a maratona como “rápida”: mudança de abril para julho para reduzir risco
Destaques
- Crescimento controlado do evento como estratégia de experiência: limites técnicos por edição (7k → 10k → 16,5k) antes de escalar para 21,5k com suporte de parceiros.
- Produto “maratona rápida” foi desenhado em três pilares: altimetria mínima (14 m), clima mais previsível (mudança para julho) e operação orientada a performance do atleta.
- Selos (CBAt e World Athletics Elite Label) funcionam como mecanismo de governança: obrigam start list qualificado e elevam padrão técnico, reforçando a marca do evento.
- Economia do ‘astro’ como investimento: Kipchoge é caro em valor nominal, mas o retorno em mídia, turismo e mercado local é descrito como superior ao custo, exigindo captação e coalizão (prefeitura + marcas).
- Modelo de incentivo equilibrado: grande premiação para elite internacional com bônus de recordes, e incentivo específico ao “primeiro brasileiro(a)” (R$ 50 mil) para não romper laços com atletas nacionais.
- Gestão de risco e reputação em eventos: o cancelamento na pandemia a duas horas da largada ilustra decisão difícil com custos imediatos, mas validação posterior e preservação de segurança.
- Operação e logística como diferencial competitivo: kits robustos, ativações gratuitas e plano de segurança/transmissão para celebridade (seguranças, motos, carro de apoio) aumentam a complexidade, mas sustentam a experiência.
Tópicos: Estratégia e crescimento da NB 42K Porto Alegre (inscrições, categorias, experiência do atleta), Percurso, clima e performance: construção de uma maratona rápida e plana, World Athletics Elite Label e requisitos técnicos para provas de elite, Bastidores da negociação e operação para trazer Eliud Kipchoge ao Brasil, Gestão de risco em eventos: cancelamento na pandemia e retomada do mercado de corrida, Patrocínios, economia do evento e impacto para a cidade (turismo e receita local)
Citações
- “Nada que tu use associado ao Kip Shog vai ser caro.” — Cláudio Soirefmann
- “A expectativa é enorme, tá?” — Cláudio Soirefmann
- “faltava 2 horas pro evento, eu tive que cancelar o evento, cara.” — Cláudio Soirefmann
- “Eu peguei uma professora online, eu te juro para você, depois te mostro, chama Miriam lá de Nairobi.” — Fábio B