Ep. 986 — EP.11 - Tudo sobre a Comrades 90k, Maratona de POA e notícias da semana | Radar Stemma
Tudo que você precisa saber pra ficar bem informado do universo running em 30’ (esse passou um pouco 😂 - maaaaaaasssss garantimos que foi por bons motivos: te deixar mais informado ainda!) tudo sobre a @comradesmarathon que rolou na África do Sul 🇿🇦 essa final de semana: a ultramaratona mais antiga e tradicional no mundo - @stemmasports estava la cobrindo e @kdo.santos quer fazer em 2026 resultados da @maratonainternacionaldepoa: resultados e recorde + um giro de notícias comentadas pra você ficar bem informado! e claro, toda opinião sem muito fundamento do @fabiobessaaa e do @kdo.santos sobre essas notícias Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) | roteiro e curadoria: @yaraachoa Mencionados no episódio: @natoamaral @sidneytogumi @rsanttos @mpauloreis @krutman @bellmarques @fellipe_santoss @sergio_rocha @edu_suzuki Redes: https://www.instagram.com/stemmasport/ Hosts: Fabio Bessa https://www.instagram.com/fabiobessaaa/ Edição: Gabriel Barbosa https://www.instagram.com/acqua_xtreme/ INSCREVA-SE NO CANAL! [Cupons e promoções em funcionamento até a publicação do video]
Resumo
Fábio Bessa e Cad conduzem mais uma edição do Radar STM com um giro de acontecimentos do universo running, costurando histórias, bastidores e polêmicas que impactam atletas, organizadores e marcas. O episódio começa com um mergulho longo na Comrades Marathon (90 km, África do Sul), tratada como um marco cultural do esporte e não apenas uma prova. Eles explicam por que a corrida existe, como se tornou um “memorial vivo” e por que isso cria um senso de comunidade raro em eventos modernos. No meio disso, Cad compartilha seu plano real de preparação para tentar a Comrades no futuro, reforçando a dimensão mental do desafio. A conversa avança para a Maratona de Porto Alegre, destacando o valor técnico da prova (clima, percurso e disputa) e o simbolismo de um brasileiro vencendo no sprint final.
Destaques
- A Comrades é apresentada como “um memorial vivo” com origem na Primeira Guerra, e esse propósito cultural ajuda a explicar o prestígio e a lealdade que a prova gera.
- O desafio da Comrades é tanto mental quanto físico: correr por até 11–12 horas exige treino de cabeça e estratégia (pacer, alternância corrida/caminhada e gestão do corte de 12 horas).
- Na Maratona de Porto Alegre, a dinâmica competitiva e o sprint final do brasileiro reforçam o papel da prova como vitrine nacional, mas recordes antigos ainda dominam o debate técnico.
- Casos de mal súbito em prova tendem a parecer mais frequentes porque há mais gente correndo; o episódio defende separar emoção de estatística e, quando possível, fazer checkups para esforço intenso.
- O mercado de running vive excesso de interesse de marcas, mas o gargalo virou ativação: sem métricas e execução, o patrocínio vira “one shot” e não renova.
- Running clubs funcionam como movimentos comunitários sustentados por patrocínio; quando uma marca “compra” o clube, pode mudar a natureza do projeto e a percepção do público.
- A discussão sobre bets na corrida é vista como um ponto de inflexão: no futebol seria tarde para reverter, mas no running ainda haveria tempo para bloquear ou limitar antes de virar padrão.
Tópicos: Comrades Marathon (90 km): história, formatos e cultura da prova, Maratona de Porto Alegre: resultados, recordes e segurança em eventos, Bets no esporte: boicote, patrocínio e risco de “normalização” nas corridas, Marketing esportivo em running: patrocínios, ativação e métricas (Máquina Talks), Uso do campus da USP por corredores e audiência pública, Doping no atletismo brasileiro e punições (caso Graziele/Danielzinho)
Citações
- “Cons é a ultra maratona mais antiga e mais famosa do mundo.” — Cad
- “Então, a gente fala que a Comeds é um memorial vivo.” — Cad
- “Cara, com esse teu volume de treino, você consegue fazer uma com, né?” — Cad
- “Eu falo assuntos sensíveis que as pessoas evitam falar.” — Cad