Ep. 971 — #10 - Churrasqueira e ciclista - Tatiana Bassi - Na Roda do Stemma
Hoje a convidada é uma mulher que inspira em duas frentes: ela comanda um dos templos do churrasco mais respeitados do país , o Templo da Carne Marcos Bassi, uma das churrascarias mais renomadas de São Paulo e reconhecida internacionalmente como uma das melhores do mundo em carnes. Ela assumiu o legado do seu pai, o mestre açougueiro Marcos Bassie, que foi quem inventou o nome FRALDINHA , inclusive e Tati vem inovando na gestão do restaurante com cursos, eventos e experiências gastronômicas e lalém de tudo isso, troca o avental pela magrela e vai pra estrada. Tatiana Bassi é empresária, ciclista e um exemplo de como é possível buscar performance, bem-estar e prazer — sem necessariamente competir. Edição: Gabriel Barbosa https://www.instagram.com/acqua_xtreme/ INSCREVA-SE NO CANAL! [Cupons e promoções em funcionamento até a publicação do video]
Resumo
O episódio reúne Gisele Gasparoto e Tatiana Bassi para um papo que cruza dois universos exigentes e historicamente masculinos: o ciclismo de estrada e o churrasco profissional. Tati conta que “churrasco e bike” vieram juntos desde a infância, porque literalmente cresceu dentro do açougue do pai e, ao mesmo tempo, teve a bicicleta como parte central da vida. A conversa começa na cultura do pedal (métricas, Strava, watts, relógio) e desemboca numa reflexão sobre identidade: existe diferença entre “ser ciclista” e “apenas pedalar”. O tom é de maturidade: performance pode existir sem a obrigação de competir, e pertencimento não deveria depender de números. Ao falar de ciclismo, Tatiana explicita por que competição não combina com o estilo de vida dela: para competir, “não é o quanto você quer
Destaques
- Performance e pertencimento no ciclismo não precisam estar ligados à competição; é legítimo treinar por prazer, saúde e convivência.
- Para iniciantes, a priorização deveria ser técnica e segurança (curva, frenagem, controle e convivência em grupo) antes de obsessão por watts/Strava/FTP.
- Métricas são ferramentas úteis, mas podem virar fonte de ansiedade e comparação; sem maturidade e contexto, atrapalham mais do que ajudam.
- Assumir um legado forte exige manter fundamentos inegociáveis (qualidade, honestidade, consistência com fornecedores e cliente) e inovar no “entorno” (cursos, experiências e digital).
- Ambientes masculinizados ainda exigem posicionamento claro; respeito e autoridade se constroem também com limites e decisões difíceis.
- Intuição e observação são competências transferíveis entre esporte e negócios: ler o ambiente, antecipar risco e escolher o timing certo.
Tópicos: Ciclismo sem competição e saúde mental no esporte, Obsesão por métricas (watts/Strava/FTP) e ansiedade em iniciantes, Legado de Marcos Bassi e gestão do Templo da Carne, Mulheres em ambientes masculinizados (churrasco e ciclismo), Intuição, observação e longevidade em performance e negócios
Citações
- “Tatiana Bassa é empresária, ciclista e um exemplo de como é possível buscar performance, bem-estar e prazer sem necessariamente competir.” — Gisele Gasparoto
- “Se você se propõe a competir, você precisa fazer força. E não é o quanto você quer fazer, é o quanto precisa ser feito.” — Tatiana Bassi
- “Eu escutaria mais, eu ficaria observando mais, eu falaria menos, não por não aparecer ou me impor, mas para entender como é que funciona os dois universos, né?” — Tatiana Bassi
- “O arroz e feijão feito, você nunca larga a receita dele, você faz o resto crescer, porque o arroz e feijão já está pronto.” — Tatiana Bassi