Ep. 917 — #77 - Periodização Nutricional - Carla Bogea | Stemma Perfomance
Saiba tudo sobre Periodização Nutricional com @protreina_nutri, Nutricionista Esportiva, Doutora pela UFRJ com mais de 20 anos de experiência no cenário esportivo! Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) para Host: @bruna_mahn Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @quattroinvestimentos @kupaaoficial @cashmebrasil @terabyteshop @kingstonbrasil Apoio: @estudioh.br @centauroesporte @nwb.oficial #stemma #stemmapodcast #stemmasports #stemmaperfomance #z2perfomance #quattroinvestimentos #kupaa #cashme #esporte #kingstonbrasil #triathlon #maratona #estudioh #nwb #teianwb #centauro #centauroesporte #influenciadorescentauro #triathlon Redes: https://www.instagram.com/stemmasport/ Edição: Gabriel Barbosa https://www.instagram.com/acqua_xtreme/ INSCREVA-SE NO CANAL! [Cupons e promoções em funcionamento até a publicação do video]
Resumo
Gravado diretamente do Ironman 70.3 Rio de Janeiro, o episódio reúne a host Bruna Man e a nutricionista esportiva Carla Bogé para destrinchar o que é, na prática, periodização nutricional no endurance. Carla conta sua trajetória no esporte desde a Federação de Atletismo e relembra um marco de carreira: trabalhar com Ronaldo da Costa no recorde da Maratona de Berlim, numa época em que “nem gel de carboidrato” existia. A conversa começa com a provocação de que nutrição não é receita de bolo e que o plano alimentar precisa seguir a planilha do treinador, não o contrário. O foco do papo é transformar a nutrição em um processo contínuo de construção e ajustes, e não em uma consulta “mágica” que resolve a prova de meses à frente. A base do trabalho, segundo Carla, envolve avaliar composição cor
Destaques
- Periodização nutricional deve acompanhar a periodização do treino: a alimentação atende a demanda do treinador e do ciclo, não impõe limites que mudam o treino.
- O acompanhamento ideal começa na base do ciclo, permitindo avaliar composição corporal, exames e adaptar estratégias (inclusive low carb/cetogênica com cautela) antes da fase específica.
- Treinar o intestino é indispensável: aumentar carboidrato de forma gradual (ex.: +10 g/h) por cerca de 10 a 14 dias melhora tolerância e capacidade de absorção, reduzindo risco de GI na prova.
- Ingerir carboidrato não garante desempenho: é preciso absorver e oxidar; números altos (100–120 g/h) sem adaptação tendem a causar dor de barriga e queda de performance.
- Reposição de sódio é individual e depende de teste/indícios (ex.: roupa manchada), ambiente e duração; como regra prática sem teste, em 70.3 pode-se mirar ~600 mg de sódio/h e acoplar sódio junto ao carboidrato para facilitar absorção.
- Cafeína tem evidência forte, mas a resposta é individual (inclusive por genética); observar tolerância e testar nos treinos evita efeitos adversos no dia da prova.
- Suplementos e antioxidantes precisam de timing: usar o ano inteiro ou no momento errado pode atrapalhar adaptações; a estratégia deve considerar saúde intestinal, imunidade e função mitocondrial, não só performance imediata.
Tópicos: Periodização nutricional no endurance (triathlon/corrida), Treino do intestino e estratégia de carboidrato por hora, Hidratação, sódio e variáveis ambientais nas provas, Cafeína, genética e tolerância individual a suplementos, Escolha de géis, paladar e absorção em provas longas
Citações
- “a nutrição ela tem que acompanhar a demanda do treino, não é o contrário.” — Carla Bogé
- “Nem água funciona para todo mundo.” — Carla Bogé
- “Gente, mostarda salva vidas.” — Carla Bogé
- “a conta não fecha.” — Carla Bogé