Ep. 915 — #16 - Ronaldo - Mineiro - fundador do Empório UAI que trem Bão em Cabreúva | Na Roda do Stemma
Ronaldo (o “Mineiro”) - Fundador do Empório UAI que trem Bão em Cabreúva - na roda do stemma com Gisele Gasparotto Hoje, na Roda do stemma, está um cara que mudou a paisagem — e a rotina — de quem pedala em Cabreúva: Ronaldo, o Mineiro, fundador do @emporiouaiquetrembao, um lugar que virou referência para ciclistas, triatletas, turistas e motoqueiros! Mas o que talvez nem todo mundo saiba é que por trás do pão de queijo e do cafezinho, tem uma história de muito trabalho, paixão e também de superação: BEM-VINDO MINEIRO! E pra me ajudar na conversa desse episódio tenho ao meu lado @andersoncaveiraoficial que é treinador de triathlon na @bresportesassessoria, repórter do @stemmasports, responsável pelas coberturas de eventos esportivos ao redor do mundo (stemmaGO!), e querendo ser o Otávio Mesquita do podcast 😂 BEM-VINDO CAVEIRA! Já aproveita e se inscreve no nosso canal do stemma no YouTube e siga no Spotify na roda do stemma (Links na Bio!)! Host: @giselegasparotto Edição: @acqua_xtreme Artes: @pedroc.jr Gravação: @estudioh.br #stemma #stemmasports #narodadostemma #ciclismo #bike #ciclista #giselegasparotto
Resumo
O episódio traz a história de Ronaldo, conhecido como Mineiro, fundador do Empório UAI Que Trem Bão em Cabreúva — um ponto que virou referência para ciclistas, triatletas, turistas e motoqueiros na rota de Romeiros. A conversa começa com o retrato do “comecinho”: uma portinha pequena, produção mínima ("oito pão de queijo por dia") e quase nenhum movimento, enquanto ele e a Michela esperavam clientes sentados em caixotes. Aos poucos, a presença de grupos de bike muda tudo: o que era estranhamento (até com irritação) vira compreensão do público, do valor do equipamento e principalmente das necessidades de quem pedala. A partir desse contato direto, o negócio cresce de forma orgânica e se transforma em um ecossistema de acolhimento e serviços, influenciando a própria dinâmica econômica da cid
Destaques
- Crescimento orgânico guiado por escuta: o empório evoluiu de café simples para um ponto de apoio completo (água grande, Gatorade, bateria, protetor solar) conforme os ciclistas pediam e a necessidade aparecia.
- Experimentação e aquisição de clientes com “amostra grátis”: a estratégia de deixar bolachas gratuitas em salões destravou confiança e criou demanda recorrente antes de existir loja estruturada.
- Comunidade como capital de giro: na pandemia, a pré-venda via depósitos/vouchers e mobilização espontânea funcionaram como financiamento coletivo, garantindo pagamento de aluguéis e contas sem recorrer a crédito tradicional.
- Sazonalidade e modelo operacional: a maior parte do resultado vem de sábado e domingo; durante a semana o negócio opera como manutenção de presença e atendimento para quem vem de longe fora do pico.
- Diferenciação por hospitalidade: o diferencial competitivo é “receber de coração aberto”, tratar todos como iguais e transformar consumo em pertencimento, o que sustenta recorrência e reputação.
- Reputação transforma a economia local: o ponto ajudou a consolidar Cabreúva como destino esportivo, abrindo espaço para novos cafés, pousadas e serviços — competição vira ampliação do mercado.
- Superação pessoal como base de liderança: ao reconhecer dependência como doença e substituir padrões por esporte e serviço, Mineiro cria uma narrativa autêntica que fortalece a marca e o vínculo com o público.
Tópicos: Empreendedorismo no interior e construção de comunidade, Economia do esporte (ciclismo/triathlon) e turismo local em Cabreúva/Romeiros, Modelos de receita com sazonalidade e operação de pequenos negócios, Financiamento coletivo informal e pré-venda como capital de giro na pandemia, Superação pessoal: dependência química, disciplina e esporte, Hospitalidade como diferencial competitivo e criação de marca
Citações
- “Quanto mais coisa tiver na cidade, mais gente vem pra nossa cidade.” — Mineiro
- “Eu fiquei dos 15 anos 32 e no álcool e nas drogas, né?” — Mineiro
- “O Cicrist, o Ciclista depositou pra gente quase R$ 100.000. Em um mês.” — Mineiro
- “Lá a gente não vende pão de queijo, não vende café, não vende água, não vende doce. Lá a gente vende encantamento de experiência.” — Caveira