Ep. 913 — #78 - Eu jogo Limpo com Paula Zamboni - Stemma Performance
Mais um episódio exclusivo gravado direto do Estúdio Unlimited Play by stemma durante o Itaú BBA IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro com @paulazamboni__ , umas das fundadoras do @eujogolimpo. O @eujogolimpo é um movimento independente que defende: a integridade do esporte, o combate à dopagem, a saúde do atleta e a publicidade das informações! Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) para Host: @bruna_mahn Apoio: @estudioh.br @centauroesporte @nwb.oficial Edição: @acqua_xtreme Arte: @pedroc.jr #stemma #stemmapodcast #stemmasports #stemmaperfomance #z2perfomance #quattroinvestimentos #kupaa #cashme #esporte #kingstonbrasil #triathlon #maratona #estudioh #nwb #teianwb #centauro #centauroesporte #influenciadorescentauro #triathlon ⚡Cupom STEMMAZ2 em todo site: https://www.z2foods.com/shop 🥇Fale com um especialista em investimentos: https://bit.ly/quattroxpinvest 👟 Cupom STEMMA em todo site da Centauro: https://www.centauro.com.br/ 👕 STEMMA VESTE Kupaa Sports (10% com o cupom: Stemma) https://kupaa.com.br/ 🏠 Impulsione seus planos com a CASHME https://encurtador.com.br/ECnq5
Resumo
Bruna Mã conversa com Paula Zamboni, triatleta, mãe e empresária, sobre a criação do movimento Eu Jogo Limpo e o que está por trás da sua atuação diária no Instagram para promover integridade no esporte. Paula conta que a iniciativa nasceu no triathlon a partir de uma campanha chamada “Quero ser testado”, motivada pela ausência de testagem em provas e pela sensação de injustiça com quem treina e compete limpo. Ao longo do episódio, ela mostra que a causa não surgiu de um único evento, mas do encontro entre seus papéis (mãe, atleta, profissional de RH e liderança), que a levou a “fazer alguma coisa” em vez de apenas reclamar. Ela também relata o peso emocional do tema, a solidão de tocar o projeto e o cuidado para crescer com pessoas alinhadas ao propósito. Um eixo central é a relação do m
Destaques
- O Eu Jogo Limpo nasceu no triathlon como a campanha “Quero ser testado”, evoluindo para um movimento contínuo de educação e transparência sobre antidopagem no Brasil.
- A divulgação de suspensões não cria o fato: ela amplifica uma informação pública da ABCD e funciona como proteção do coletivo e alerta para atletas e equipes.
- O fluxo antidopagem é longo e técnico (resultado analítico adverso, explicações, possível UT retroativa, suspensão provisória em alguns casos e decisão final), o que explica por que punições podem demorar muitos meses para aparecer.
- Educação antidopagem precisa de linguagem acessível e canais de alcance; o movimento supre parte da lacuna de comunicação de um órgão público com equipe e orçamento limitados.
- Normalizar dopagem e hormônios como “qualidade de vida” destrói a integridade da competição e cria riscos de saúde difíceis de mensurar, além de empurrar novas gerações para um ‘atalho’ perigoso.
- A mudança depende de uma rede: treinadores, assessorias, médicos e famílias têm responsabilidades explícitas no código e são decisivos para prevenir, orientar e, quando necessário, denunciar.
- O período de suspensão poderia ser melhor usado com reeducação estruturada e relatos orientados por aprendizado, reduzindo reincidência e fortalecendo a cultura do jogo limpo.
Tópicos: Antidopagem no esporte brasileiro (ABCD e Justiça Antidopagem), Transparência e comunicação de suspensões via redes sociais, Educação antidopagem e responsabilidade de treinadores/médicos/assessorias, Riscos à saúde e normalização do uso de anabolizantes, Governança do movimento (formalização em associação/CNPJ) e expansão para outros esportes
Citações
- “o meu propósito ali dentro do Eu Jogo Limpo, é criar um um ambiente, né, íntegro e ético para todos os praticantes de esportes no Brasil.” — Paula Zambôia
- “Essa decisão de tirar, desativar os comentários me trouxe paz.” — Paula Zambôia
- “Isso porque nem vocês. Eu falei, olha só, quem tá com a carinha aqui sou eu, né?” — Paula Zambôia
- “O mais importante é não chegar nesse ponto de que, ah, é normal, todo mundo toma, não é normal.” — Paula Zambôia