Ep. 907 — #18 - Felipe Alex “Bigode” - Produtor e fundador do grupo Front Race Team. - na Roda do Stemma
Hoje a gente recebe um cara que tem o olhar preciso, tanto em cima da bike quanto por trás das câmeras. Ele é ciclista de estrada, fundador do grupo de ciclismo @front_racing_team, já subiu ao pódio no Paulista e no Brasileiro, e ainda capta imagens que fazem a gente sentir o vento no rosto só de assistir! Bem-vindo @felipealex00 ao Na Roda do stemma!” Já aproveita e se inscreve no nosso canal do stemma no YouTube e siga no Spotify na roda do stemma (Links na Bio!)! Host: @giselegasparotto Edição: @acqua_xtreme Artes: @pedroc.jr Gravação: @estudioh.br #stemma #stemmasports #narodadostemma #ciclismo #bike #ciclista #giselegasparotto
Resumo
O episódio gira em torno de Felipe Alex “Bigode”, ciclista de estrada e produtor audiovisual, e mostra como duas paixões — performance e imagem — se encontraram na construção do Front Race Team. Ele conta que veio de uma vida intensa no skate e que a bike sempre esteve por perto, mas o ciclismo de estrada entrou de vez quando ele começou a usar a bicicleta como meio de transporte e, depois, a se juntar a pedais noturnos. A conversa traz um retrato bem brasileiro do início “na raça”: pedal longo sem sapatilha, pouca nutrição e muito improviso, até a virada para treino estruturado. Ao longo do papo, o host reforça como essa trajetória é comum e como a cultura do endurance frequentemente começa pela diversão antes de migrar para rendimento. A grande virada acontece na pandemia, quando Bigode
Destaques
- A evolução rápida no ciclismo amador pode vir de um combo simples e poderoso: ajuste de alimentação, consistência e disciplina — antes mesmo de “treino perfeito”.
- Treino estruturado (planilha + descanso) muda a lógica do atleta: em vez de “andar forte todo dia”, o desempenho cresce quando a recuperação vira parte do plano.
- Comunidade forte no esporte nasce de um ritual recorrente e aberto (como o pedal fixo de quarta), mais do que de uma estrutura formal de assessoria.
- Não segregar é uma escolha estratégica: convidar quem está sozinho na estrada e criar pontes entre grupos aumenta adesão, segurança e cultura do ciclismo.
- O nível do amador subiu após a pandemia: mais gente treina com método, nutrição e ferramentas (Zwift/rolo/potência), elevando a régua e a competitividade das provas.
- Conteúdo audiovisual no ciclismo tem papel de motivação e pertencimento; um vídeo bem feito pode virar âncora emocional para alguém continuar treinando.
- Resultados (pódio, tempo) são frágeis diante das variáveis do ciclismo; o que sustenta a jornada é gostar do processo e aceitar recomeços.
Tópicos: Ciclismo amador no Brasil (pandemia, performance e competitividade), Comunidade e growth orgânico: Front Race Team e o I Band de quarta-feira, Treino estruturado: rolo, Zwift, potenciômetro, planilha e descanso, Nutrição e mudança de hábitos como alavanca de performance, Audiovisual no esporte: narrativa, estética e motivação através de imagens
Citações
- “Acho que o mais legal é o processo, na minha opinião.” — Felipe Alex Bigode
- “o ciclismo é muito importante você gostar do processo, porque é isso, você vai treinar muito, né? Você vai vai ficar muitas horas ali na bike, vai ter que sacrificar várias coisas para chegar numa prova e furar um pneu.” — Felipe Alex Bigode
- “A gente sempre falou que a ideia era criar uma comunidade mesmo do ciclismo e fomentar de alguma forma, né?” — Felipe Alex Bigode
- “Não, putz, hoje eu tenho esse treino para fazer. Ah, hoje eu só vou rodar hoje.” — Felipe Alex Bigode