Ep. 905 — #18 | Marketing Esportivo e mundo da corrida, com Ju Cassino | Girls Who Run by Stemma
O episódio de hoje é um mergulho no universo onde o marketing encontra o esporte. Vamos falar sobre como marcas se conectam com comunidades e ditam tendências. Além de explorar sobre como é trabalhar com grandes players do mercado e a jornada de quem vive o esporte dentro e fora do trabalho. E pra isso, recebemos uma convidada que vive isso na pele: Juliana Cassino - diretora de marketing da agência milk Inscreva-se no canal @stemmasports no youtube, e siga o Girls Who Run no Spotify e no Instagram! Hosts: Mari Real @ma.rianareal e Marcella Fanti @chefanti Patrocinio: @luposportoficial - GIRLSWHORUN10 para adquirir a meia do corredor e outros produtos com desconto (link: https://www.lsport.com.br/espaco-corredor?utm_source=pod-girls-who-run ) Apoio: bom bowls - cupom girlswhorun Estúdio: @estudioh.br Produção: @stemmasports #girlswhorun #podcastdecorrida #stemmatv #corridafeminina #runningera #luporun #corredoras #maratona Edição:Gabriel Barbosa
Resumo
O episódio mergulha no encontro entre marketing esportivo e a cultura da corrida a partir da trajetória de Ju Cassino, diretora de operações da agência Milk, e das hosts Mariana Real e Marcela Fant. A conversa começa pela identidade da Ju “dentro e fora da corrida”, mostrando como, para quem vive o esporte, trabalho e vida pessoal acabam se misturando naturalmente. Ela conta que corre com frequência desde 2005 e que essa prática virou não só rotina, mas também repertório profissional. O papo destaca como a energia das provas funciona como porta de entrada para novos corredores e como cada linha de chegada carrega uma história diferente — performance, superação, pertencimento ou encontro com amigos. A história de entrada da Ju no marketing esportivo tem um elemento de acaso bem característ
Destaques
- A energia de provas de rua funciona como “gatilho de conversão”: pessoas começam por convite/curiosidade, vivenciam a atmosfera e só depois passam a treinar com consistência.
- No marketing esportivo, autenticidade é vantagem competitiva: na Milk, praticar atividade física é critério de contratação porque muda a qualidade da estratégia e da execução.
- A estratégia de influência na corrida virou um ecossistema: além de influenciadores, entram assessorias, crews, atletas, local heroes, youtubers, profissionais de saúde e mídia especializada — cada um com papel diferente.
- Comunidades fortes nascem tanto online quanto offline; hubs presenciais e experiências ao vivo criam pertencimento e depois transbordam para redes sociais, ampliando alcance e recorrência.
- Reposicionamento de marca em corrida depende de escuta ativa e acerto de produto: o case Olímpicos é citado como exemplo de transformação de percepção via comunidade, consistência e entrega técnica.
- Bastidores de eventos mostram que execução é tão crítica quanto ideia: falhas (telas, logística, fornecedores) são inevitáveis e a equipe precisa ter plano e flexibilidade para não perder o brilho da experiência.
- Para ampliar corrida feminina, o marketing pode atuar removendo barreiras reais (segurança e acesso) com rotas, grupos, experiências seguras e iniciativas que aumentem confiança para treinar.
Tópicos: Marketing esportivo e construção de comunidade na corrida, Evolução do papel de influenciadores e ecossistema de creators, Bastidores e gestão de crises em eventos de marcas esportivas, Reposicionamento de marcas (case Olímpicos) e escuta ativa, Corrida feminina, segurança e iniciativas para inclusão, Rotina de treinos, planejamento e equilíbrio com vida social
Citações
- “É tudo junto e misturado atualmente, porque é corrida, trabalho com corrida, é tudo junto e misturado ali.” — Ju Cassino
- “Cado, a única pessoa que eu conheço com esse perfil sou eu.” — Ju Cassino
- “A gente não contrata gente que não pratica esporte porque não faz sentido, porque eles não entend quem não pratica esporte não entende isso que a gente vive, não entende o acordar 4 da manhã para estar numa prova.” — Ju Cassino
- “Comece, porque ficar parado não vai a lugar nenhum, né? Não fica pensando muito, vai lá e começa, seja no esporte, vai lá e dá seus primeiros passinhos, seja na carreira, quer mudar de carreira, não tá feliz, dá um passo e vai em frente, porque tem que ter coragem.” — Ju Cassino