Ep. 850 — #27 - Maratona do Rio vai virar Major? São Silvestre ainda no radar | Radar Stemma
Tudo que você precisa saber pra ficar bem informado sobre o universo running em 1 episódio semanal! @nubia.atleta vence @dezmilhasgaroto e coloca o Brasil no lugar mais alto do pódio; a campanha da @maratonadoriooficial para se tornar uma major e a campanha do @kdo.santos pra Piracicaba se tornar no lugar @tropadosgorillasrun levam milhares na rua toda semana no Recife @sao_silvestre no centro das atenções ainda: caso da @correnoibira e inscrições disponíveis +giro de notícias e a resenha clássica hosts: @fabiobessaaa e @kdo.santos IA + roteiro: @yaraachoa Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) #stemma #radarstemma
Resumo
No episódio #27 do Radar Stemma, Fábio Bessa e C dos Santos conduzem uma conversa bem-humorada (e caótica no fim) sobre o “universo running” e as notícias que estão dominando os debates entre corredores. Entre brincadeiras com “Pirascaba major” e interações ao vivo com o chat, eles conectam tendências do esporte com temas de organização de eventos, experiência do participante e a economia por trás das grandes provas. O episódio também reforça o formato do programa: conteúdo ao vivo, muita opinião e um foco claro em ajudar o público a “ter assunto” e entender o que está por trás das manchetes. O assunto central de impacto é a candidatura da Maratona do Rio para entrar no circuito Abbott World Marathon Majors. Eles explicam que não é só “querer”: existe um caminho técnico de certificações e
Destaques
- A candidatura do Rio a Major é um projeto de longo prazo que exige cumprir padrões técnicos (certificações, elite field, premiação e experiência do corredor), não apenas marketing.
- Transformar uma maratona em Major pode elevar drasticamente o custo de participação e criar barreiras de acesso (discussão sobre inscrições mais caras e até “dolarização”).
- A polêmica da São Silvestre expõe um problema recorrente em eventos de massa: falta de transparência sobre alocação de vagas entre público geral, patrocinadores, apoiadores e assessorias.
- Comunicação mal feita amplifica crises: a mensagem “não existe vaga esgotada” para alunos do Corre no Ibira gerou percepção de privilégio e acionou Procon/MP, mesmo havendo cota limitada.
- O conflito na USP mostra que corrida em espaço não desenhado como parque requer governança: regras sobre ruído, circulação, resíduos e montagem de estruturas para reduzir atrito com moradores e comunidade acadêmica.
- Marcas estão usando corrida como plataforma de produto e cultura (ativações com música/moda, patrocínios e lançamentos), sinalizando que running é também entretenimento e lifestyle.
- Iniciativas de causa (Outubro Rosa, Instituto Olga Kos) combinam produto/patrocínio com doação de lucro e ampliam alcance ao oferecer inscrições mais acessíveis e experiências mais inclusivas.
Tópicos: Candidatura da Maratona do Rio ao circuito Abbott World Marathon Majors, Polêmicas de inscrições e cotas na São Silvestre (Corre no Ibira/Urbia, Procon/MP), Uso do campus da USP por corredores: barulho, lixo, trânsito e grupo de trabalho, Comunidades e coletivos de corrida (Tropa dos Gorilas, Corre Quilombo e outros), Ativações de marcas e lançamentos (Adidas, 361°, Xiaomi, Olímpikus Outubro Rosa), Sorteios e engajamento ao vivo (Kingston, palavra-chave "pen drive")
Citações
- “o Radar Sistema, que é aquele programa para você ficar informado das principais notícias do universo Running.” — Fábio Bessa
- “a maratona do Rio anunciou oficialmente sua candidatura para entrar, sua intenção, né, de entrar no circuito da das Majors” — Fábio Bessa
- “a USP não é um parque, de fato, ela tem como objetivos educação, pesquisa e extensão e não tem nada a ver com a prática de atividade física.” — C dos Santos
- “Eu descobri, eu desci na Tokyo Station, falei: "Nossa, eu tô muito em casa, eu sou muito local".” — C dos Santos